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Manufacturer: Chevrolet Division of General Motors LLC, Detroit - U.S.A. Type: Bel Air 2400C 4-door Sedan Engine: 3859cc straight-6 Power: 108 bhp / 3.600 rpm Speed: 135 km/h Production time: 1953 Production outlet: 247,284 Curb weight: 1520 kg Special: - The Bel Air was designed by GM's Head Stylist Harley Earl. - It was called the "Hot One" and the '53 model as "Entirely new through and through" (due to the restyled body panels, front and rear ends) in GM's advertising campaign. - It was supplied with a column-mounted gearshift mechanical three-speed gearbox (with optional overdrive) or a two-speed Automatic Powerglide, a Rochester carburettor and rear wheel drive. - In 1953 this new "Blue Flame" engine became the standard engine in combination with the Powerglide automatic transmission. - They featured a wide chrome strip of molding from the rear fender bulge, to the rear bumper and a panorama windscreen now consisting of one piece of glass. - Other options were power steering, servo brakes, white wall tires, power seats positioner, power windows and AC. - There were a variety of colours to select from, including two-tone styles. - The Bel Air Series were built at the South Gate Assembly plants.
Você está em FOTOS ANTIGAS página 2 Outras páginas=> 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10 Nossa amiga Ana Claudia Cadamuro, enviou fotos do alfeiro José Antonio Tarifa de Chavantes-SP, grande amigo de seu avô. Foto de Leonel Ormenezi Neto.…
GM Omega 3.0 Diamond 1994 . Pastore Car Collection Chevrolet Omega 3.0 Diamond (Série Especial) 1994/1994. Vermelho Goya Perolizado .Carro de segundo dono, sem detalhes. Veículo lacrado! Nunca batido e nem restaurado! Placa final 9999 Carro com ar condicionado, vidros elétricos, computador de bordo, Check Control, espelhos elétricos, Possui manual e chave reserva! Motor 3.0 M.P.F.I. de 6 Cilindros em linha com 165 cv a 5800 rpm e 23,5 kgfm de torque a 4200 rpm O início da década de 90 ficou marcado pela abertura do mercado aos outros países. Muitos novos automóveis chegaram ao Brasil e provocaram uma reação quase que imediata da concorrência, acostumada a fabricar modelos defasados anos e anos em relação ao exterior. O carro grande da General Motors do Brasil era o veterano Opala. Fabricado no país desde 1968, com base no Opel Rekord alemão e na mecânica do Chevrolet Impala americano, o modelo era bem aceito, mas já demonstrava sinais de cansaço. Desse modo a GM apresentou em 1992 o sucessor do Opala: o Omega. Com projeto identificado como 1700, o novo modelo da marca chegava às ruas apenas 25 meses depois da decisão de sua fabricação. Com certeza um recorde na indústria nacional. Tratava-se de um carro muito moderno a seu tempo. Mesmo tendo sido lançado em 1986 na Europa, o novo sedã de luxo brasileiro causou ótima impressão entre a imprensa especializada e no público. Linhas arrojadas, com grande personalidade, motores eficientes e modernos, amplo espaço para ocupantes e bagagens... Esses eram, e são, alguns dos requisitos que fizeram do Omega um expoente em seu tempo e admirado até hoje. Com 4,74 m de comprimento e 2,73 m entre os eixos, o carro da GM chegou ao mercado com duas opções de motorização e de acabamento: GLS (Gran Luxo Super) com motor 2,0 litros e a CD (Confort Diamond), com um motor importado de seis cilindros em linha e 3,0 litros. O motor do GLS era o mesmo do primo Monza, mas agora contava com injeção eletrônica multiponto Motronic, que possuía processamento digital e sensor de detonação, além da sonda de oxigênio no escapamento. Vinha também montado na posição longitudinal. Rendia 116 cv de potência. O 3,0 litros tinha cabeçote de ferro fundido e fluxo normal, diferentemente do motor brasileiro. Mesmo assim deixa saudades. Eram 165 cv de potência e aceleração de 0 a 100 km/h em 9,5 segundos. Além disso o carro alcançou nada mais nada menos que 220 km/h em testes da imprensa na época. 10 km/h a mais do que a própria fábrica divulgava. Números de respeito que garantiram ao Omega espaço guardado no hall dos grandes carros. E o 2,0 litros não ficava muito atrás. Chegava a 191 km/h de velocidade máxima e gastava bons 11 segundos para atingir 100 km/h partindo da inércia. E, por questões desconhecidas, quase que a versão GLS não ia para o lançamento na Flórida, nos EUA. Um jornalista convenceu a fábrica a levar as duas opções de motores. Sucesso absoluto. Ótimo carro O conforto era palavra de honra dentro do Omega. Os cinco ocupantes podiam ser bem acomodados nos bancos, com revestimento de couro ou não, o porta-malas possuía tamanho excelente, havia o conforto do ar-condicionado e teto-solar elétrico e detalhes como o computador de bordo (de série na versão CD) ou ainda controle automático de velocidade (o primeiro de fábrica no Brasil). Este último vinha juntamente com um moderno câmbio automático de quatro marchas e com três programas de funcionamento: normal, esporte ou anti-patinação. Trazia conforto para o motorista com segurança para os ocupantes. O câmbio manual também primava pela excelência. Com cinco marchas, trazia a ré também sincronizada. Era o fim das clássicas arranhadas ao engatá-la antes de parar totalmente o veículo. Brincadeirinhas do tipo “o câmbio caiu” ficaram no passado. Outro detalhe que chamava a atenção era o painel de instrumentos digital de cristal líquido. Opcional da versão CD, era semelhante ao do Kadett GSi e do Monza Classic. Trazia as informações necessárias e dava um toque todo especial ao interior. O analógico também tinha o seu charme. Era bonito e bastante funcional, de boa visualização. Aliás, todo o painel primava pela ergonomia. Todos os comandos estavam ao alcance do motorista. Os controles dos vidros, todos com função um-toque, ficavam em um console elevado, como no Opala. Para o prazer do motorista, um sistema de áudio jamais visto em outros modelos: eram dois aparelhos separados, um toca-CD e um toca-fitas. Para atender a todos os gostos. Sem dúvida nenhuma as linhas do Omega estão imortalizadas. Ainda hoje é difícil não