Decorate laptops, Hydro Flasks, cars and more with removable kiss-cut, vinyl decal stickers. Glossy, matte, and transparent options in various sizes. Super durable and water-resistant. Ska
Ingredientes: - 1kg de maçãs - 4 paus de canela - 500ml de aguardente - 500ml de água - 500gr de açúcar Preparação: Lave...
Posts about Receitas de Licores written by Joana Formiga e Sónia Fernandes
Em Janeiro é tempo de laranjas nos pomares marienses, época propícia ao fabrico de licor caseiro deste fruto da época. Ingredientes: 6 laranjas 1 lt de…
Unleash your creativity and dive into the enchanting world of kawaii art with our step-by-step guide to drawing cute kawaii unicorns. Whether you're a beginner or an experienced artist, these simple instructions will help you
Com elas... ou, sem elas !! Das bebidas licorosas artesanais... a Ginjinha é das mais populares e de tradição portuguesa. Além das tascas lisboetas especializadas na sua venda a cálice ou a copinho, com ou sem elas, outras localidades também têm as suas Ginjinhas afamadas. Ganhou a sua notoriedade após os finais do século XIX. Em Lisboa. Curiosamente essa criação foi realizada pelo Galego Francisco Espinheira. A zona de produção da ginja de Óbidos e Alcobaça fica situada entre a serra dos candeeiros e o Oceano Atlântico, o que condiciona a existência de um microclima muito especifico. E associados a outras carateristicas muito significativas, diferenciam-se das ginjas de outras regiões. Desta forma, em 2016 a Ginja de Óbidos e de Alcobaça, passa a ser Produto Protegido por Bruxelas !!! E a minha Ginjinha surgiu... após alguns motivos !! - Uma aguardente que foi destilada em alambique artesanal de cobre... - Esteve guardada numa adega... ao longo de 20 anos... - Estes dois garrafões originais... também lá estavam... - E um deles para nossa surpresa... continha um resto de Ginjinha, com 15 anos. - Jamais tinha-mos guardado Ginjinha por tantos anos. A cor estava ligeiramente alterada... mas aquele licor "esquecido", estava magnifico. Esta aguardente, foi proveniente da colheita (vindima) de uvas na quinta. Cá em casa, a aguardente é utilizada inteiramente na cozinha... para a exigência das recitas. E... para preparar a Ginjinha, que ficava sempre ao cuidado da mãe... e distribuía depois pela família e amigos. Entretanto a mãe adoeceu, em 2007 e veio para o Porto. Com a evolução da sua doença diminuímos as visitas à quinta, acabando por ficar-mos os últimos quatro anos sem lá ir... e ao voltarmos claro ,que deparamos com surpresas e alguns episódios pitorescos. Como desconhecer...que ainda existia aqueles benditos garrafões. Que além de eu os adorar... aquele resto de Ginjinha guardada pela mãe... foi uma doce lembrança!! Dividiu-se um pouquinho... por pouquinhos... e agora só resta mesmo este... pouquinho !! Só conheci este licor quando voltei de Moçambique, em 1973. Tinha um famíliar que todos os anos preparava a Ginjinha e o licor de Lúcia-Lima, que é de um paladar extremamente delicado. E daí, ficou a tradição. Todos os anos em Junho, que é o seu mês, se preparava a Ginjinha. Após tantos anos, voltei a fazer a nossa Ginjinha. Com uma aguardente muito velha, e da melhor qualidade. Com os frutos no seu estado de maturação perfeito. Aguardo bons resultados. Não há mesmo como uma ginjinha feita em casa e sem pressas. Destaca-se essencialmente pela cor avermelhada, uma boa percentagem em açúcar e uma acidez intensa que torna o eu sabor único. Os licores são uma bebida alcoólica doce... composta por álcool ou aguardente... ao qual se adicionam frutas, ervas, flores, sementes... e muito mais... Estas são: as proporções dos ingredientes. A capacidade dos recipientes será consoante a quantidade de "licor" que preparar. Pessoalmente, aprecio a ginjinha preparada com aguardente bagaceira, o paladar é muito peculiar. Esta aguardente é obtida pela destilação do mosto fermentado das partes solidas da uva, cascas, sementes ou grainhas e até cachos. A aguardente vínica é obtida partir da destilação dos melhores vinhos. 1 kg de ginjas 1 litro de bagaço de boa qualidade 1 kg de açúcar 4 paus de canela Preparação: Enxaguar as ginjas para retirar o pó e coloque sobre papel ou pano para que absorva o excesso de humidade e retire os pés. Deitar as ginjas no recipiente escolhido (que deve ter um bocal largo) e a quantidade não deve ultrapassa 1/3 da capacidade do recipiente. Numa panela deite a aguardente, os paus de canela, o açúcar e coloque no lume. Mexendo sempre e em baixa temperatura para que o açúcar se dissolva ligeiramente. Não deixe que a temperatura fique superior ao toque da pele e verta então na vasilha sobre as ginjas. Com uma espátula, rapa tudo, retire o açúcar que fique agarrado às paredes da panela. Arrolhar bem a vasilha e agite para que as ginjas se envolvam bem na calda. Guardar em lugar escuro de preferência, e pelo menos uma vez por dia, agitar para que o açúcar depositado no fundo da vasilha se vá dissolvendo. Estando o açúcar completamente dissolvido, guarda-se a vasilha em local fresco... até ao ano seguinte. Há sempre impurezas, e em parte provenientes de resíduos que se soltam das ginjas. Coa-se o licor e distribui-se por garrafas. Após o açúcar dissolvido, vão "hibernar" 10 a 12 meses. Em local escuro e fresco. Reservei uma pequena quantidade neste frasco, para poderem observar a tonalidade que já foi adquirida numa semana. Aqui, como é menos quantidade, o açúcar já se dissolveu. Alguém, também bom apreciador de Ginjinha, aconselha: quando fizerem a ginjinha... não façam só uma garrafa... acaba num instante... e o fruto, só vem novamente em Junho. Fico triste de não poder deixar uma melhor imagem destes "gémeos"... para as próximas, os vidros já não terão reflexos. Aqui nesta foto, ainda se vê o açúcar por dissolver.
É tempo de tangerinas! Aqui em casa não podia faltar o licor das mesmas, um clássico que perdura na familia... Para quem quiser delicia...
Diese kleine Minigeldbörse möchte ich ja schon die ganze Zeit nähen. Das war das Erste, das mir beim Wort "Schnipselparty" eingefallen ist. ...
❣︎∣ᴮᵞᵛᴵ·⁴·ᵞᴼᵁ∣❣︎