Bershka open back dress
1988 Monaco Larrousse Lola LC88 Yannick Dalmas
‘Socialite’ la acusó en un programa de ser la titular de una empresa de reformas que engañaba a los clientes
Ingredientes: - 1kg de maçãs - 4 paus de canela - 500ml de aguardente - 500ml de água - 500gr de açúcar Preparação: Lave...
Posts about Receitas de Licores written by Joana Formiga e Sónia Fernandes
Em Janeiro é tempo de laranjas nos pomares marienses, época propícia ao fabrico de licor caseiro deste fruto da época. Ingredientes: 6 laranjas 1 lt de…
Com elas... ou, sem elas !! Das bebidas licorosas artesanais... a Ginjinha é das mais populares e de tradição portuguesa. Além das tascas lisboetas especializadas na sua venda a cálice ou a copinho, com ou sem elas, outras localidades também têm as suas Ginjinhas afamadas. Ganhou a sua notoriedade após os finais do século XIX. Em Lisboa. Curiosamente essa criação foi realizada pelo Galego Francisco Espinheira. A zona de produção da ginja de Óbidos e Alcobaça fica situada entre a serra dos candeeiros e o Oceano Atlântico, o que condiciona a existência de um microclima muito especifico. E associados a outras carateristicas muito significativas, diferenciam-se das ginjas de outras regiões. Desta forma, em 2016 a Ginja de Óbidos e de Alcobaça, passa a ser Produto Protegido por Bruxelas !!! E a minha Ginjinha surgiu... após alguns motivos !! - Uma aguardente que foi destilada em alambique artesanal de cobre... - Esteve guardada numa adega... ao longo de 20 anos... - Estes dois garrafões originais... também lá estavam... - E um deles para nossa surpresa... continha um resto de Ginjinha, com 15 anos. - Jamais tinha-mos guardado Ginjinha por tantos anos. A cor estava ligeiramente alterada... mas aquele licor "esquecido", estava magnifico. Esta aguardente, foi proveniente da colheita (vindima) de uvas na quinta. Cá em casa, a aguardente é utilizada inteiramente na cozinha... para a exigência das recitas. E... para preparar a Ginjinha, que ficava sempre ao cuidado da mãe... e distribuía depois pela família e amigos. Entretanto a mãe adoeceu, em 2007 e veio para o Porto. Com a evolução da sua doença diminuímos as visitas à quinta, acabando por ficar-mos os últimos quatro anos sem lá ir... e ao voltarmos claro ,que deparamos com surpresas e alguns episódios pitorescos. Como desconhecer...que ainda existia aqueles benditos garrafões. Que além de eu os adorar... aquele resto de Ginjinha guardada pela mãe... foi uma doce lembrança!! Dividiu-se um pouquinho... por pouquinhos... e agora só resta mesmo este... pouquinho !! Só conheci este licor quando voltei de Moçambique, em 1973. Tinha um famíliar que todos os anos preparava a Ginjinha e o licor de Lúcia-Lima, que é de um paladar extremamente delicado. E daí, ficou a tradição. Todos os anos em Junho, que é o seu mês, se preparava a Ginjinha. Após tantos anos, voltei a fazer a nossa Ginjinha. Com uma aguardente muito velha, e da melhor qualidade. Com os frutos no seu estado de maturação perfeito. Aguardo bons resultados. Não há mesmo como uma ginjinha feita em casa e sem pressas. Destaca-se essencialmente pela cor avermelhada, uma boa percentagem em açúcar e uma acidez intensa que torna o eu sabor único. Os licores são uma bebida alcoólica doce... composta por álcool ou aguardente... ao qual se adicionam frutas, ervas, flores, sementes... e muito mais... Estas são: as proporções dos ingredientes. A capacidade dos recipientes será consoante a quantidade de "licor" que preparar. Pessoalmente, aprecio a ginjinha preparada com aguardente bagaceira, o paladar é muito peculiar. Esta aguardente é obtida pela destilação do mosto fermentado das partes solidas da uva, cascas, sementes ou grainhas e até cachos. A aguardente vínica é obtida partir da destilação dos melhores vinhos. 1 kg de ginjas 1 litro de bagaço de boa qualidade 1 kg de açúcar 4 paus de canela Preparação: Enxaguar as ginjas para retirar o pó e coloque sobre papel ou pano para que absorva o excesso de humidade e retire os pés. Deitar as ginjas no recipiente escolhido (que deve ter um bocal largo) e a quantidade não deve ultrapassa 1/3 da capacidade do recipiente. Numa panela deite a aguardente, os paus de canela, o açúcar e coloque no lume. Mexendo sempre e em baixa temperatura para que o açúcar se dissolva ligeiramente. Não deixe que a temperatura fique superior ao toque da pele e verta então na vasilha sobre as ginjas. Com uma espátula, rapa tudo, retire o açúcar que fique agarrado às paredes da panela. Arrolhar bem a vasilha e agite para que as ginjas se envolvam bem na calda. Guardar em lugar escuro de preferência, e pelo menos uma vez por dia, agitar para que o açúcar depositado no fundo da vasilha se vá dissolvendo. Estando o açúcar completamente dissolvido, guarda-se a vasilha em local fresco... até ao ano seguinte. Há sempre impurezas, e em parte provenientes de resíduos que se soltam das ginjas. Coa-se o licor e distribui-se por garrafas. Após o açúcar dissolvido, vão "hibernar" 10 a 12 meses. Em local escuro e fresco. Reservei uma pequena quantidade neste frasco, para poderem observar a tonalidade que já foi adquirida numa semana. Aqui, como é menos quantidade, o açúcar já se dissolveu. Alguém, também bom apreciador de Ginjinha, aconselha: quando fizerem a ginjinha... não façam só uma garrafa... acaba num instante... e o fruto, só vem novamente em Junho. Fico triste de não poder deixar uma melhor imagem destes "gémeos"... para as próximas, os vidros já não terão reflexos. Aqui nesta foto, ainda se vê o açúcar por dissolver.
É tempo de tangerinas! Aqui em casa não podia faltar o licor das mesmas, um clássico que perdura na familia... Para quem quiser delicia...